VAMOS CURTIR UM SOM?

     Rio de Janeiro, 06 de Janeiro de 2012.   


     Hoje em dia, com o advento da informática e da eletrônica, tudo de certa forma ficou mais fácil. Pelo menos teoricamente. E digo isso pelo simples fato de que é muito mais fácil consultar-se uma agenda de papel do que uma eletrônica. Se quiserem, façam um teste. Com relação aos equipamentos de som desta atualidade, considero como coisa alarmante, surpreendente, magnífica. Você, através de um pendrive, um dvd player, um mp3 ou até mesmo pelo telefone celular, pode curtir com facilidade todas as músicas que quiser. E numa qualidade extraordinária. Mas fiz esse rodeio todo para dizer que na minha época de menino, já rapaz, ficava até altas horas da noite, às vezes varando a madrugada, para gravar num gravador de fita cassete, as músicas dos meus Long Plays (LP), hoje mais conhecidos como bolachões. O trabalho era duro. Naquela época os aparelhos eram muito limitados com relação aos que existem hoje. A qualidade também não era a mesma. Imaginem que um LP possuía, no máximo, 12 ou 14 faixas. E com o uso constante se degastavam e apresentavam riscos ou arranhões, se não cuidados com carinho e proteção. Mas duram até os dias de hoje, permanecendo com as qualidades originais. E digo isso porque possuo um acervo deles de, aproximadamente, uns 3.000 LPs. Hoje, um pequeno pendrive pode armazenar uns 20 Lps, Coisa de louco, eu diria. Só para comparar, imaginem o espaço necessário para guardar 20 LPs. Um pendrive cabe num pequeno bolso. E o mesmo se aplica às imagens. Os DVDs estão aí mesmo para nos mostrar o avanço da tecnologia. Os filmes de antigamente eram guardados num rolo e para os projetarem era necessário um aparato de equipamentos. Hoje não. Numa lâmina você consegue guardar o que seriam muitos rolos dos filmes antigos. Só que tem um detalhe: as novas gerações nem imaginam como tudo era feito anteriormente. Até mesmo em relação aos computadores de hoje, esse pessoal nem imagina como era há uns 30 ou 40 anos atrás. E nem queiram ver ! Ha!ha!ha! Hoje em dia, com o advento da informática e da eletrônica, tudo de certa forma ficou mais fácil. Pelo menos teoricamente. E digo isso pelo simples fato de que é muito mais fácil consultar-se uma agenda de papel do que uma eletrônica. Se quiserem, façam um teste. Com relação aos equipamentos de som desta atualidade, considero como coisa alarmante, surpreendente, magnífica. Você, através de um pendrive, um dvd player, um mp3 ou até mesmo pelo telefone celular, pode curtir com facilidade todas as músicas que quiser. E numa qualidade extraordinária. Mas fiz esse rodeio todo para dizer que na minha época de menino, já rapaz, ficava até altas horas da noite, às vezes varando a madrugada, para gravar num gravador de fita cassete, as músicas dos meus Long Plays (LP), hoje mais conhecidos como bolachões. O trabalho era duro. Naquela época os aparelhos eram muito limitados com relação aos que existem hoje. A qualidade também não era a mesma. Imaginem que um LP possuía, no máximo, 12 ou 14 faixas. E com o uso constante se degastavam e apresentavam riscos ou arranhões, se não cuidados com carinho e proteção. Mas duram até os dias de hoje, permanecendo com as qualidades originais. E digo isso porque possuo um acervo deles de, aproximadamente, uns 3.000 LPs. Hoje, um pequeno pendrive pode armazenar uns 20 Lps, Coisa de louco, eu diria. Só para comparar, imaginem o espaço necessário para guardar 20 LPs. Um pendrive cabe num pequeno bolso. E o mesmo se aplica às imagens. Os DVDs estão aí mesmo para nos mostrar o avanço da tecnologia. Os filmes de antigamente eram guardados num rolo e para os projetarem era necessário um aparato de equipamentos. Hoje não. Numa lâmina você consegue guardar o que seriam muitos rolos dos filmes antigos. Só que tem um detalhe: as novas gerações nem imaginam como tudo era feito anteriormente. Até mesmo em relação aos computadores de hoje, esse pessoal nem imagina como era há uns 30 ou 40 anos atrás. E nem queiram ver ! Ha!ha!ha! 

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