AS ESCOLHAS EM NOSSAS VIDAS
Rio de Janeiro, 05 de Abril de 2019.
Dizerem que as escolhas que fazemos são nossas e o devem ser, sempre, é bem provável que seja um equívoco. Quiçá um exagero, porque em muitas das vezes elas se dão involuntárias e repentinas, fugindo ao nosso crivo e controle. Coisa, talvez, do inconsciente individual, que sabemos ser uma das maiores complexidades na vida de todos.
Dizerem que as escolhas que fazemos são nossas e o devem ser, sempre, é bem provável que seja um equívoco. Quiçá um exagero, porque em muitas das vezes elas se dão involuntárias e repentinas, fugindo ao nosso crivo e controle. Coisa, talvez, do inconsciente individual, que sabemos ser uma das maiores complexidades na vida de todos.
Mas e os resultados delas, como poderíamos classificar? Totalmente positivas? Negativas, será? Fiquemos no meio termo. É bem melhor. Nem tanto e nem tampouco. Talvez o equilíbrio se faça presente nessas situações. Ainda bem.
No início de nossas vidas as escolhas são limitadas. Não as podemos e/ou conseguimos definir, pela pouca qualidade que possuímos. Coisa natural. Mas com o decorrer da vida, com o crescimento geral, vamos adquirindo formas mais sólidas que nos permitem fazer melhores escolhas.
De um modo geral, o meio em que nos estabeleceremos será vital para isso. Cercados de pessoas úteis, de boa performances, nos auxiliarão, principalmente, nas decisões a escolher e tomar. Eis o xis da questão.
Então nos é quase que obrigatória, de antemão, escolher o meio em que viveremos. Isso se não acontecer nenhum imprevisto, nos fazendo descambar para outras decisões. E a sorte terá que influir e influenciar tais situações. Ela existe, sim. E o astral é que as determinam. Queiramos ou não. Acreditemos ou não. E nem chego a acreditar nisso, mas não cairia na asneira de fechar todas as portas. Sempre é bom deixar alguma delas entreabertas. Vai que...
Comentários
Postar um comentário