15 de JULHO, DIA DO ESCRITOR
Caramba! Se tivesse descoberto a verve diletante de literato que penso possuir, ao adquirir um computador em 2007, sem com a intenção disso, apenas a de pretender digitalizar muitos dos Long Players, LP, que possuo, atualizando o método de ouvi-los, aproveitando essa moderna qualidade sonora que nos atinge.
A vantagem disso está no tamanho entre um LP e um CD, no caso na época, mas que agora diminuiu mais ainda com arquivos em formatos digitais mais apurados. Imaginem, num simples SD, dependendo de seu volume de armazenamento, cabe uma tonelada de Lps antigos, na maior facilidade. Cabe registrar que na passagem do modo analógico para o digital, praticamente não existe nenhuma perda de qualidade do formato antigo.
Mas retornando ao início, depois de proceder as transformações já ditas, fui arriscando-me a desenvolver textos. Temas simples. Muitos voltados para narrar boa parte da infância, da adolescência, juventude e também um pouco de adulto ainda novo. E contei minhas histórias. Boa parte delas.
Começando um tanto quanto tardio, esbarrei em algumas dificuldades. Por exemplo, não tenho propriedades para criar ficção. Pelo menos não o tentei, ainda. Mas imagino que seja um método complicado. A mente precisa desenvolver-se em estágio avançado, se não a coisa nem anda.
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