VIVÍAMOS, VIVEMOS E CONTINUAREMOS A VIVER

      Já estamos na segunda década do Século XXI. Uma questão óbvia, claro. Mas para quem é oriundo de outras décadas, digamos que quase umas sete delas, isso é muito relevante. Afinal, num período um tanto quanto elástico, não  é fator de se desconsiderar.

    Daí que o primeiro aspecto é ter a exata noção das mudanças acontecidas nesse período. E elas são tantas, que é possível considerá-las inimagináveis. Principalmente nas relações humanas, no trato entre as pessoas dessa vida e desses períodos. Nunca fomos, não somos e jamais o seremos iguais. Isto porque há uma singularidade entre todos. Queira se admitir ou não.

    No atual estágio em que nos encontramos, principalmente no dito progresso industrial e tecnológico, era de se acreditar que fôssemos todos felizes, sem exceção. Mas há os que não conseguiram adaptar-se plena e totalmente a tais progressos. Fazer o quê?

    Como o ser humano possui potencial extraordinário de adaptação, grande parte deles conseguiu isso e vive de um modo razoável. E só uns poucos não. Mas há que se definir uma situação. Nem todo o progresso conseguiu trazer ao humano uma forma perfeita de vida. Há muitos que não gostam de muitos dos aparatos tecnológicos que dispõem.

    Existe até uma situação interessante que atinge boa parte da humanidade. Hoje, nesses dias atuais, há aquelas que dizem não conseguirem viver sem televisão, celular, automóvel e/ou computador. E muitos deles viveram tempos atrás sem tais parafernálias.

    E também existe muita gente que até continua a viver muito bem sem quase isso tudo. Vai entender um imbróglio desse?! Mas uma coisa é certa: não se pode desconsiderar os que se enquadram nesse grupo. Eles chegam a dizer que "eram felizes e não sabiam ou não percebiam". Não é interessante uma coisa dessa?

    Por fim, as décadas de outrora permitiam aos que nelas viveram uma vida tranquila, menos competitiva, mais sã, também de uma felicidade que já não se está encontrando atualmente. E o principal: o respeito. Este era presente quase que diuturnamente em tudo. Diferentemente de agora. 

    Mas tem um outro fator muito importante a destacar: a violência. Esse é absolutamente absurdo. Mas parece que a humanidade adaptou-se à ela. Daí que só resta uma alternativa a todos: viver do melhor jeito que puder e fazendo tudo para conseguir sair ileso dela.

Comentários

Postagens mais visitadas