DE VIAGEM, NEVE, NATAL, FESTAS E CONTRASTES

      Conheço pessoas que foram no estrangeiro, mesmo em condições sofríveis de cultura e finanças. Mas movidas por vontade, coragem ou seja lá o que for, foram passear por lá e conhecer regiões fora de seu país.

      Já estive fora do Brasil por algumas vezes. Mas foi aí na lateral Sul e também na Oeste. Digamos que por quase uma dezena de vezes fui a Cidade Del Leste, no Paraguai, que antes possuía outro nome, Porto Stroessner. Na fronteira com o Estado do Paraná. Isso entre o final dos anos oitenta e início dos noventa. E dei uma pequena esticada até à Argentina.

      Mas também fui a Pedro Juan Caballero, que faz fronteira com o Brasil através do Mato Grosso do Sul. Foi no início da década passada, em 2011. Isso porque fui conhecer parentes que nunca havia visto, na cidade de Rio Brilhante, MS.

      Nunca tive deslumbramento com os Estados Unidos. Mas gostaria de conhecer três países: França, pelo aspecto cultural; Holanda, pelo interesse em conhecer a metodologia que aplicam no controle das águas, haja vista que é um dos países baixos; e Japão, pelo alto desenvolvimento tecnológico que possui.

      Mas devido ao recente hábito que adquiri em assistir filmes de Natal, cuja maioria deles é produção americana. E uma das coisas mais fantástica que se pode ver através deles é a neve. O que dá a eles uma nuance especial naquela época do ano.

      É sabido que os americanos festejam o Natal de uma forma amplamente concentrada. Chegam abusar de várias coisas. Dos enfeites natalinos à decorações de ruas, casas, shoppings. Não poupam custos para isso.

      Também exageram em roupas com adereços diversos natalinos. E as cores vermelhas, verdes e douradas estão presentes com toda força na época do Natal. É um verdadeiro espetáculo. E isso é aplicado também nas músicas e na alimentação farta que promovem.

      Há regiões por lá que em Dezembro ficam sob a neve, até impedindo o deslocamento das pessoas nessas regiões. Isso sem contar muitas quedas de neve e avalanches em algumas partes. Mas isso está incluído em todo o espetáculo da temporada.

      Se quisesse, o que me impediria de ir lá, salvo a barreira alfandegária que é muito forte, são as baixas temperaturas próprias dessa época. E eu e o frio estamos em posições diametralmente opostas nessas situações. Não consigo adaptar-me a ele de jeito algum.

      Mas é sem dúvida uma região interessante. Bem como costumes muito específicos daquele povo. E nós aqui em Dezembro estaremos sob temperaturas altíssimas e sob suores excessivos. 

      Daí que, pelo menos, podemos curtir tudo aquilo através de imagens. Filmes e reportagens. Mas eles lá, vendo as de nossa terra na mesma época, devem ficar com alguma inveja, também. 

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