HISTÓRIA DE UM "PX MACANUDO".
Nesta atual temporada, recordei-me de uma época boa que vivi. Foi lá pelo início dos anos 90 (1991), a última década do Século XX, quando adquiri um Rádio PX e fui 'operar' a faixa dos 11 metros.
E tinha ido lá no Paraguai, acabei comprando um rádio peque, dando início à vida de "Macanudo", como é chamado todo aquele que usa o Rádio PX.
Mas há muito tempo que não o uso, apesar de ainda possuir um rádio e uma estação PX, mas ela está distante, lá na casa de meu irmão, onde quase nunca vou. Mas confesso que até gostaria de "modular" um pouco e conversar com os macanudos. Fiz isso por um certo tempo, e havia adquirido um rádio mais potente, um 148 GTL, com bastante canais. Positivos e negativos.
E isso me permitia 'ir longe', atravessar fronteiras (países e continentes), conversando com muita gente. Também quando era possível no idioma. Qualquer dia desses irei lá onde o rádio está e tentarei ligá-lo, sabendo de antemão que ele deve estar com o Roe alterado pela paralisação comprida em que está. Isso geralmente causa problemas na transmissão e pode até danificar o aparelho. Mas não é coisa tão grave de resolver, até porque tenho ainda um medidor dele.
E apesar de tanta modernidade, com o celular tomando conta das comunicações, penso que ainda exista bastante gente que gosta de papear no PX. E lembro de uma citação que usávamos quando estávamos na frequência mas não conversávamos com ninguém. Então dizíamos: "estou atrás do toco". E era ficar ali quietinho só ouvindo as conversas alheias.
Mas esse tipo de divertimento era bastante importante porque servia para transmissão de quaisquer ocorrências que se desse nesse cotidiano. Das boas e das más. E também formava-se um grande grupo de 'amigos', que juntavam-se em grupos e faziam reuniões periódicas em locais pré determinados, discutindo ações.
Até lembro de duas viagens que fiz. Uma até Florianópolis e outra à Aracaju, onde utilizei o rádio PX para comunicação durante todo o percurso. E naquela primeira cidade, para facilitar minha chegada até à casa dos meus amigos de lá, fiz contato com os macanudos da área que me atenderam e me levaram até o local aonde ia. Mas pelas instruções via rádio.
Assim ficou até fácil. E também vez ou outra, tanto para o sul quanto para o nordeste, fiz contato com vários durante o percurso nas estradas. Isso nos fazia sentir seguros pela proximidade deles e por possíveis ajudas se necessário.
A quarentena, que obriga ao recolhimento do lar, é um bom momento para se retornar ao antigo sistema de comunicação. Felizmente ele ainda não está morto.
E tinha ido lá no Paraguai, acabei comprando um rádio peque, dando início à vida de "Macanudo", como é chamado todo aquele que usa o Rádio PX.
Mas há muito tempo que não o uso, apesar de ainda possuir um rádio e uma estação PX, mas ela está distante, lá na casa de meu irmão, onde quase nunca vou. Mas confesso que até gostaria de "modular" um pouco e conversar com os macanudos. Fiz isso por um certo tempo, e havia adquirido um rádio mais potente, um 148 GTL, com bastante canais. Positivos e negativos.
E isso me permitia 'ir longe', atravessar fronteiras (países e continentes), conversando com muita gente. Também quando era possível no idioma. Qualquer dia desses irei lá onde o rádio está e tentarei ligá-lo, sabendo de antemão que ele deve estar com o Roe alterado pela paralisação comprida em que está. Isso geralmente causa problemas na transmissão e pode até danificar o aparelho. Mas não é coisa tão grave de resolver, até porque tenho ainda um medidor dele.
E apesar de tanta modernidade, com o celular tomando conta das comunicações, penso que ainda exista bastante gente que gosta de papear no PX. E lembro de uma citação que usávamos quando estávamos na frequência mas não conversávamos com ninguém. Então dizíamos: "estou atrás do toco". E era ficar ali quietinho só ouvindo as conversas alheias.
Mas esse tipo de divertimento era bastante importante porque servia para transmissão de quaisquer ocorrências que se desse nesse cotidiano. Das boas e das más. E também formava-se um grande grupo de 'amigos', que juntavam-se em grupos e faziam reuniões periódicas em locais pré determinados, discutindo ações.
Até lembro de duas viagens que fiz. Uma até Florianópolis e outra à Aracaju, onde utilizei o rádio PX para comunicação durante todo o percurso. E naquela primeira cidade, para facilitar minha chegada até à casa dos meus amigos de lá, fiz contato com os macanudos da área que me atenderam e me levaram até o local aonde ia. Mas pelas instruções via rádio.
Assim ficou até fácil. E também vez ou outra, tanto para o sul quanto para o nordeste, fiz contato com vários durante o percurso nas estradas. Isso nos fazia sentir seguros pela proximidade deles e por possíveis ajudas se necessário.
A quarentena, que obriga ao recolhimento do lar, é um bom momento para se retornar ao antigo sistema de comunicação. Felizmente ele ainda não está morto.

Comentários
Postar um comentário